Vícios de linguagem
Os
vícios de linguagem são caracterizados pelo desvio das normas cultas da
gramática; podem escritos ou falados por falta de conhecimento, por repetição social ou mesmo
por construções que dificultam o pensamento do receptor.
Existem
os vícios de linguagem que soam natural no discurso no processo de interlocução
e, principalmente, na língua falada, tipo, assim, então, é são exemplos
clássicos de maneiras coloquiais na hora da comunicação oral. Porém, devemos
evitar essa tipo de linguagem, assim como as gírias, em ambientes formais, como
em uma entrevista de emprego ou para a faculdade, em uma palestra ou
apresentação acadêmica ou similar.
1)
Barbarismo
É o erro da palavra nos seguintes aspectos: gráfico, de pronúncia,
semântico ou morfológico.
Ex.: Hoje vou fazer meu rezistro no curso. (REGISTRO)
Aspecto de pronúncia.
Vamos ver o jogo do framengo?
(FLAMNEGO)
Aspecto de pronúncia.
Ela comprimentou
o irmão. (CUMPRIMENTOU)
Aspecto semântico.
Todos os cidadões
têm direito aos cuidados básicos. (CIDADÃOS)
Aspecto morfológico.
A tristesa faz
parte do ser humano. (TRISTEZA)
Aspecto gráfico.
2)
Arcaísmo
É a utilização de palavras que não estão mais em uso na
nossa língua.
Ex.: Vossa mercê
irá ao chá da tarde? (VOCÊ)
3)
Neologismo
É o aparecimento de novas palavras, a invenção de novos
termos para acompanhar a língua viva, também pode ser poético ou por descuido.
Ex.: Que
pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados,
amar?
4)
Solecismo
Erro de sintaxe na escrita
da frase, ou seja, de estrutura gramatical.
Ex.: Sobrou muitas vagas. (SOBRARAM)
5)
Estrangeirismo
É o uso de palavras de outra língua na qual usamos no
nosso dia a dia para expressar alguma ideia.
Ex.: Adoro comer no fast
food!
6)
Ambiguidade
É quando usamos uma frase mal colocada, dessa maneira
ficamos sujeitos a ter múltiplas interpretações do que o emissor quis passar.
Ex.: O ladrão matou o pedreiro dentro de sua casa. (Na
casa de quem? Do ladrão ou do pedreiro?)
7)
Eco
Chamamos de eco a utilização de terminações iguais em um
mesma estrutura frasal.
Ex.: Ladrão
que rouba ladrão tem cem anos de
perdão.







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