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Figuras de pensamento



Quem utiliza as figuras de pensamento como recurso estilístico está preocupado em explorar mais o campo das ideias do que o das palavras em si. Ou seja, ela trabalha mais com a exploração dos sentidos do que com o significado cru da palavra, provocando emoções nos leitores. As figuras de pensamento que mais são utilizadas, consiste:

o   Antítese;

o   Paradoxo ou Oxímoro;

o   Eufemismo;

o   Gradação;

o   Prosopopeia ou Personificação;

o   Ironia;

o   Hipérbole.

Antítese

É o contraste entre duas palavras que são antônimas, ou seja, é a aproximação de conceitos opostos de forma clara e objetiva. Sendo assim, os conceitos têm o seu espaço dentro da oração. Por exemplo:



Na imagem acima as orações utilizadas nos mostram a brincadeira com os antônimos feliz e triste. Podemos observar que os conceitos não se misturam. Em um momento acontece o Feliz e em outro o Triste, dessa forma, dizemos que ao construir esse meme, o autor utilizou o recurso da Antítese para causar humor. Combinando com a linguagem não verbal.

Paradoxo ou Oxímoro

Esse recurso é bastante confundido com a antítese. O paradoxo também trabalha com ideias contrárias, mas a diferença é que elas coexistem, ou seja, ocorrem no mesmo espaço de tempo, causando muitas vezes falta de lógica.

Eufemismo

O eufemismo tem a missão de suavizar ideias negativa, que incitam preconceito, tristeza e afins, utilizando palavras mais agradáveis.



O termo acima “desprovido de inteligência”, substitui a palavra “burro”, que é utilizada como xingamento na maioria das vezes.

Gradação

É a sequência de fatos ou ideias que denota crescimento ou diminuição, causando em textos o clímax ou anticlímax.

Prosopopeia ou Personificação

Ao utilizar esse recurso o autor tem a intenção de atribuir funções humanas a seres que não o são, ou seja, ela atribui características de seres animados a seres inanimados. Um exemplo, é a música da banda Calypso, representada abaixo pela imagem:


Ironia

Esse é um recurso que nós já conhecemos por aqui, não é? Trabalhamos ele na aula de intertextualidade. Ironia é a ideia oposta àquela que se está transmitindo, sendo elaborada de forma intencional, com o objetivo de satirizar a pessoa, objeto ou situação. Como pode ser bem observado na tirinha abaixo:


Hipérbole 

Sabe aquele drama que todo canceriano faz? Ou aquelas frases de mãe batidas? É nada mais, nada menos que a utilização da figura Hipérbole que denota o exagero das expressões.


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